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Você se lembra: Quest 64 (N64)

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Quest 64 veio em uma época em que alugar jogos de videogame era bem comum! Toda sexta feira, rolava de ir à locadora e escolher um jogo para passar o final de semana jogando. Todos sabem que o Nintendo 64 não teve muitos RPGs memoráveis, mas um deles chamou a minha atenção. Era Quest 64! Já tinha lido sobre ele na edição de número 2 da revista Nintendo World e, como era algo que fez todos de casa se empolgarem, claro que tínhamos que alugar!

Quest 64 e a aventura por turnos

Foi o primeiro RPG não tradicional que joguei! E quando falo isso, penso nas experiencias anteriores, por exemplo, Final Fantasy, Dragon Quest ou Super Mario RPG. Quest 64 não era um RPG por turnos como os jogos citados aqui. Antes de entrar em detalhes da batalha, que tal conhecer mais sobre Quest 64 ?

A história se passa na ilha de Celtland, onde domadores de espíritos protegem o lugar. Todos os segredos estão guardados no Livro de Eletale. Isso faz com que a paz é mantida no mundo! Até que uma criatura maligna rouba o livro, causando o caos e acabando com a paz. O pai do protagonista vai tentar recuperar o livro, mas acaba desaparecendo. E é ai que começa a aventura, Brian tentando encontrar seu pai e o livro roubado.

O sistema é também separado por turnos, cada personagem da batalha pode realizar uma ação, sendo ela ataque, defesa ou fugir da batalha. Mas o diferencial é como isso é aplicado. Você e os inimigos  possuem uma área de atuação, onde podem andar e tomar uma das ações mencionadas aqui, seguindo a sequência de turnos baseada na agilidade de cada personagem no campo de batalha. 

O que me conquistou mesmo foram as possibilidades dentro dos ataques. Claro, tem o ataque físico com o bastão, mas o diferencial ficou no uso das magias. Os elementos são: vento, água, terra e fogo e você ainda pode fazer combinações entre elas para gerar novas magias, podendo criar magias de suporte, debuf, ataque ou de campo, aquelas magias que você utiliza fora de batalha, sabe?

O jogo é bem difícil, tem que ter paciência e também é bom saber onde upar as magias de forma inteligente. O problema é que, na época, não existia guias na internet (na verdade, nem internet direito a gente utilizava), então ia na tentativa e erro (e na maioria das vezes, era sempre cagado). O grande problema desse jogo e, também, o que eu mencionei no último vídeo da série, ele precisa de Memory Card pra salvar. Então, mais um jogo que não fechei por conta disso.

Pode não ser o melhor RPG já feito, nem pra sua época, nem hoje em dia, mas era o que se tinha quando só o Nintendo 64 tinha na sua casa.  Vale a pena jogar? Vale dar uma chance para a experiência e entender o que Quest 64 queria proporcionar com as limitações da época.

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