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Quadrinhos

The Witcher: A Casa de Vidro expande com excelência o universo do Bruxo

Como muitas pessoas, eu entrei no trem do hype de Witcher quando ele já estava em movimento. Ou melhor, quando a obra de Andrzej Sapkowski inspirou o excelente The Witcher III: Wild Hunt, um dos meus games favoritos da geração.

Ler os seus livros e curtir os jogos anteriores da franquia estão lá no topo da minha lista de prioridades mas, até lá, encontrei nos quadrinhos outra excelente forma de aumentar meu conhecimento sobre esse universo fascinante (e me diverti bastante no processo).

Publicado pela Pixel, o primeiro encadernado de The Witcher chama-se A Casa de Vidro. Apesar do preço um tanto salgado, especialmente levando em conta o número de páginas, é seguro dizer que trata-se de uma leitura recomendadíssima para quem curte o mundo de Geralt.

Ou até mesmo para quem busca uma boa porta de entrada, já que o ótimo roteiro de Paul Tobin não exige qualquer conhecimento prévio para ser apreciado. Repleto de mistérios e criaturas sobrenaturais, a trama cativa e prende até a última página.

O traço de Joe Querio, por outro lado, é uma questão de gosto adquirido. Mais estiloso do que virtuoso, Joe desenha cenas sem muitos detalhes, aparentando estar muito mais interessado em explorar cores e atmosferas do que investir nas minúcias da precisão anatômica.

Ao terminar a leitura, fica a sensação de ter jogado uma interessante sidequest dos games, e aquele gostinho de quero mais. Felizmente, o volume 2, Os Filhos da Raposa, já está disponível nas melhores livrarias do país.

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