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Subnautica | Guia de sobrevivência no fundo do mar

Durante a nossa expedição, a nave Aurora teve problemas imprevisíveis e minha única alternativa foi usar uma pequena cápsula de escape para não acabar explodindo na colisão com este planeta alienígena. Ainda acabei caindo por aqui, mas por sorte a pequena fonte de fogo que se iniciou na cápsula foi apagada rapidamente com meu extintor de incêndio. Infelizmente, o sistema geral e o rádio foram bastante danificados.

Meu fabricador parece estar em bom estado, então se eu conseguir reunir alguns materiais básicos, poderei consertar o rádio e enviar um sinal de socorro. O maior problema é que ao sair da cápsula, só vejo água por toda parte e a carcaça gigante da Aurora flutuando ao longe. Por pior que seja, minha única esperança de sobrevivênvia é explorar esse oceano misterioso.

Dia 1 – Assustador mas ainda inofensivo

subautica

No primeiro dia debaixo do mar, não dava para sentir outra coisa além de medo. Só vi criaturas estranhas dos mais diversos tipos e tamanhos e sem qualquer indicação inicial de quais poderiam ser perigosas ou não. A dificuldade de ver muito além de minha posição e os sons bizarros vindo de todos os lados também não me ajudou.

Felizmente, minha cápsula pousou perto de uma área mais superficial, onde apenas criaturas herbivóras parecem habitar. Os peixes menores não se incomodam muito com minha presença, mas uma criatura verde e bem maior que as outras solta um gás aparentemente venenoso quando me aproximo demais.

No geral, fiquei mais tranquilo para explorar o fundo deste oceano nos próximos dias. Ao que tudo indica, basta ter cuidado ao me aproximar dos animais maiores para aprender mais sobre seus comportamentos defensivos e ofensivos.

Dia 2 – Recursos naturais

A noite não demorou a cair ontem, então achei melhor esperar o próximo dia para começar a coletar alguns recursos naturais deste planeta. Hoje já encontrei alguns cogumelos ácidos que não posso digerir, mas tenho certeza que posso usá-los para fazer algumas baterias com o cobre que encontrei nas formações subterrâneas.

Fora isso, há vários corais e algas que devo conseguir coletar se tiver uma ferramenta apropriada em mãos. Uma faca simples deve ser o suficiente para isso. Só tenho que prestar atenção em quantos itens consigo carregar de uma vez para levar à cápsula.

Dia 3 – Destroços da Aurora

Agora que estou me sentido mais seguro debaixo do mar, resolvi começar a procurar por qualquer destroço possível da Aurora que possa encontrar. Esse será o modo mais simples de conseguir titânio, um dos materiais que mais preciso para montar novos equipamentos e ferramentas.

Embora tenha achado alguns pedaços perto da cápsula, minha suspeita de que encontraria mais destroços em direção à Aurora estava correta. Só não posso me aproximar muito ainda, já que a radiação da nave poderia me matar em questão de segundos. Além destroços, há pedaços equipamentos que posso escanear futuramente para adquirir os planos de construção e recriá-los aqui mesmo.

Dia 4 – Novos equipamentos

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Ao voltar à minha cápsula com os destroços, extraí titânio suficiente para montar os equipamentos que ajudarão em minha sobrevivência. Para começar, criei uma faca, um tanque de oxigênio de maior capacidade, um par de nadadeiras, uma lanterna e um escâner. São itens extremamente simples, mas que facilitarão demais a minha sobrevivência e exploração marítima.

Agora que consigo passar mais tempo debaixo d’água e nadar mais rápido, poderei ir mais fundo e encontrar outros recursos preciosos. Além disso, o escâner me permite identificar qualquer tipo de fauna, flora e objetos que ver pela frente. Isso não só me ajudará a saber o que realmente pode me oferecer algum tipo de perigo, como me dará a chance de conseguir os planos de construção que mencionei antes.

Dia 5 – Fome e sede

Até agora, recorri aos suprimentos inclusos na cápsula de escape para me alimentar e me manter hidratado, mas já não há nada mais sobrando por lá. Ao escanear os peixes menores que se encontram perto da parte rasa do mar, constatei que quase todos podem ser consumidos sem problemas. É fácil de capturá-los com minhas próprias mãos se chegar perto suficiente e é possível cozinhá-los diretamente no fabricador.

Creio que se utilizar sal na receita, eles durarão por bem mais tempo, mas me deixarão com um pouco mais de sede. Falando nisso, meu escâner indica que um pequeno peixe rosa chamado Bladderfish pode ser uma fonte fácil de água potável com ajuda do fabricador. Felizmente, esta espécie parece ser abundante o suficiente para que eu não tenha que me preocupar tanto com minha fome e sede nos próximos dias de exploração.

Dia 6 – Rádio funcionando

Agora que pude ir mais fundo, decidi explorar uma caverna, mas fui rapidamente atacado por uma criatura pequena e vermelha que saiu de um tipo de planta da mesma cor. Ele me seguiu por alguns metros até explodir perto de mim e me machucar um pouco. Ainda bem que a cápsula de escape cria kits médicos automaticamente e eu trouxe dois deles comigo para me tratar em casos de emergência.

De qualquer forma, fico aliviado que decidi retornar à caverna depois da criatura explodir, já que a planta que ela habilitava tinha enxofre, um dos materiais que precisava para construir a ferramenta para consertar o rádio da cápsula.

Fora isso, também peguei alguns pedaços de quartzo, cortei pedaços das algas e ainda aproveitei para pegar suas sementes amarelas. Só isso já deve me fornecer uma boa quantidade de vidro, fibra e lubrificante.

Dia 7 – Seguindo para as profundezas

seamoth

Com o rádio funcionando, enviei meu sinal de socorro e também captei o sinal enviado por outros sobreviventes da Aurora. Não tenho como adivinhar se os outros tiveram a mesma sorte que eu em questão de materiais e equipamentos, então decidi ir até a última localização conhecida de suas próprias cápsulas de escape.

Sei que é improvável que eles tenham permanecido no mesmo lugar até agora, ainda por estarem tão longe de onde a nave caiu, mas preciso descobrir se posso ajudá-los de alguma forma. Isso significa que terei que ir a profundezas ainda maiores, então estou me preparando com um tanque de oxigênio de maior capacidade ainda, alguns kits médicos extras e bastante comida e água.

Dia 8 – Navegação mais simples

Retornei à minha cápsula após uma expedição extremamente tensa e complicada. Conheci um lado totalmente diferente do mar deste planeta e que definitivamente não estava preparado para enfrentar. Além de criaturas enormes, encontrei trechos que não pareciam ter fundo e que cuja luz do sol não conseguia alcançar de maneira alguma.

Foi passando dos quase 200 metros de profundidade que encontrei uma das cápsulas de um dos outros sobreviventes. Não havia corpos, mas apenas alguns equipamentos e uma mensagem de outra cápsula caída ainda mais longe. Ao seguir para lá, a situação era similar e havia uma mensagem mencionando um ponto de encontro em terra firme, mas eu já não tinha suprimentos o suficiente para seguir viagem.

A única parte boa é que consegui planos de construção para criar um Seamoth, um tipo de veículo marítimo individual e que me permite navegar com bastante facilidade, rapidez e sem ter que me preocupar com o oxigênio.

Dia 9 – Construindo minha base

Aproveitei o dia para viajar ao ponto de encontro mencionado na última mensagem que resgatei, o que foi bem rápido com meu Seamoth à disposição. Só preciso prestar atenção nas criaturas que batem acidentalmente no veículo e o danificam de leve. De qualquer forma, realmente encontrei uma pequena ilha no lugar marcado, o que foi um alívio à primeira vista.

O único problema é que não encontrei os sobreviventes, que já parecem ter seguido para outro lugar. Até pensei em me estabelecer por aqui e esperar por algum tempo, mas há algumas pequenas criaturas hostis e não há como conseguir água ou peixes pequenos para me alimentar nesta região. Querendo ou não, o mar ao redor de minha pequena cápsula se tornou mais convidativo que este terreno incerto.

A boa notícia é que encontrei uma base bem antiga e abandonada, além do que parecia ser uma pequena horta de vegetais. É claro que aproveitei para escanear tudo, já que isso pode me ajudar a montar uma base subterrânea futuramente com os materiais certos.

Dia 10 – O retorno à Aurora

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A Aurora teve algumas explosões consideráveis há alguns dias, mas consegui fabricar uma roupa que me protege da radiação que ela emite. Isso significa que finalmente posso tentar entrar no que sobrou da nave e recuperar alguns equipamentos extremamente valiosos que podem tornar minha indeterminada estádia aqui mais tolerável.

Da última vez que me aproximei da nave para tentar recuperar alguns dos destroços, vi a silhueta de uma criatura aparentemente gigantesca, mas não me atrevi chegar mais perto para tentar escaneá-la. Desta vez preciso enfrentar este medo e seguir para a Aurora se quiser ter uma chance de sobrevivência a longo prazo, afinal, nem sei se ainda tenho esperanças de que seja resgatado algum dia.

Nos dias que passei no fundo deste mar, aprendi que o perigo não pode ser medido apenas pelo tamanho, mas esta criatura certamente me causou um terror indescritível. Estou levando muitos suprimentos e vou viajar diretamente no meu Seamoth, o que deve me prover alguma segurança extra. Ainda assim, sei que existe a possibilidade que de eu nunca retorne, então deixo este diário na cápsula para o caso de um outro sobrevivente o encontrar. Na pior das hipotéses, espero que minhas experiências possam o ajudar em seus dias no fundo do mar.



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