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Capcom | Testamos Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11 na E3 2018

Entre diversos grandes jogos e estandes na E3 2018, a Capcom se impôs com anúncios de peso e demonstrações empolgantes para o público e imprensa. Seus maiores destaques, como não podia deixar de ser, ficaram com Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11, as aguardadas sequências das clássicas franquias. Testamos os dois jogos na feira, e você pode conferir nossas impressões e review das demos logo abaixo!


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No vídeo acima, postado pelo nosso canal parceiro Aquele Cara, te mostramos o estande da Capcom na E3 2018, além de compartilhar nossas impressões sobre os dois jogos. 

Resident Evil 2 Remake

Se você pensa como eu e tem Resident Evil 4 e Resident Evil 2 no topo da sua lista de capítulos favoritos da série, vai sorrir de orelha a orelha com a proposta de Resident Evil 2 Remake. Afinal, ele mantém todo o clima de terror, suspense, enigmas e gerenciamento de inventário do game original, ao mesmo tempo em que traz a ótima câmera over the shoulder em 3ª pessoa do quarto jogo, que é perfeita para a ação.

É muito interessante revisitar ambientes conhecidos da série sob essa nova perspectiva, não só porque ela muda totalmente a forma como você investiga o ambiente, mas também porque o pessoal da Capcom realmente deu duro e reinventou cada cantinho dos cenários, os tornando ao mesmo tempo familiares e com aquele gostinho de novidade.

A demo que testei se passava perto do início do jogo, quando Leon chega à delegacia já tomada por zumbis. Lá a gente encontra vários personagens e situações familiares, mas o tempo inteiro fica a sensação de estar experimentando algo 100% novo. Talvez a melhor analogia para esse remake seja lembrar do remake caprichado que o primeiro Resident Evil ganhou no GameCube: ainda que ele apresentasse as mesmas locações do clássico título de PlayStation 1 e SEGA Saturn, os novos gráficos e motor de gameplay tornavam a experiência algo inédito e empolgante.

Minha novidade favorita foi o novo sistema de física, e como ele impacta as mecânicas de tiroteio: cada tiro disparado nos zumbis realmente conta, o que faz as balas e tiros certeiros importarem mais do que nunca. Ao invés de serem esponjas de balas ambulantes, os mortos-vivos podem ser incapacitados por um tiro bem dado na perna. Por outro lado, até um disparo na cabeça, se não for certeiro, pode fazer com que as criaturas continuem marchando em direção ao Leon, mesmo com apenas meia cabeça.

No vídeo acima, o grande Fabão conversou com o PlayReplay e apresentou todas as novidades de Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11

Também gostei bastante de como o lore é revelado em pequenos detalhes do cenário, como pôsteres e papéis na delegacia, e de ver a velha lógica de puzzles de volta. Por mais que soe meio maluco ter que revirar estátuas e inserir combinações para liberar caminhos secretos, esse tipo de coisa é uma assinatura da série, e adorei reencontrá-las, mesmo que de cara nova. Depois de uma experiência totalmente nova em Resident Evil 7, fiquei muito feliz pela presença de elementos mais tradicionais. Promete ser um jogão!

Mega Man 11

Poucas franquias têm uma história tão extensa e rica quanto Mega Man que, desde o Nintendinho, inspirou dezenas de jogos, séries derivadas, figuras colecionáveis, desenhos animados e até uma história em quadrinhos nacional bem controversa. Ainda assim, desde 2010 a série principal não recebia um capítulo numerado, algo que vai mudar em outubro de 2018, com o lançamento de Mega Man 11.

No estande da Capcom era possível testar uma das novas fases do game, a do Block Man, mas a imprensa ainda tinha acesso ao nível do Fuse Man. Pois é, honrando a tradição da franquia teremos uma nova leva de oito robot masters para encarar, cada um deles com sua própria fase temática!

O nível do Block Man foi uma boa escolha para o público testar, pois parecia um pouco mais acessível que a fase do Fuse Man. Ambas, no entanto, traziam aquele mesmo sentimento de desafio morre-aprende-repete que a galera tanto conhece e ama desde os tempos 8 bits. A diferença é que, desta vez, é possível calibrar o nível de dificuldade de acordo com a sua experiência e talento. Pense no modo Funky de Donkey Kong Country Tropical Freeze e você vai entender bem o nível de mãozinha que é possível ter aqui.

Assim, jogadores novatos podem cair em penhascos e ser resgatados pelo Beat, enquanto os veteranos podem ir direto para o nível normal e se deliciar com plataformas muito bem planejadas e instigantes. Adorei a disposição dos inimigos e desafios pela tela, e o tempo inteiro o jogo fez um bom trabalho me incentivando a aprender como usar direito a Double Gear, novidade de gameplay desta aventura.

Tal qual rolou com o dash de slide e o tiro carregado de Mega Buster, as gears mudam drasticamente a forma de jogar Mega Man, sem abalar o cerne do gameplay da série: uma gear pode desacelerar o tempo, enquanto outra aumenta a força de seus tiros. Quando o robôzinho azulado está no limite de sua vida, ainda é possível combinar as duas gears ao mesmo tempo! Achei isso uma ótima sacada, e me senti, pela primeira vez desde Mega Man 5, jogando algo que deu um salto significativo no gameplay da lendária franquia.

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