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Críticas Games

Versão de Outlast para Switch te deixa ainda mais imerso no Survival Horror

Quem ama jogos de terror já sabe que nem sempre tivemos tantas opções deste gênero nos consoles da Nintendo. Ainda assim, os poucos games que saíram nas plataformas da Nintendo também são alguns do melhores que você pode imaginar. Isso inclui Eternal Darkness, Resident Evil 4, Sillent Hill: Shatered Memories e, agora, Outlast.

O jogo chegou meio de surpresa este mês no Switch depois da desenvolvedora Red Barrels só ter anunciado que estava trabalhando no port no final do ano passado.

Como este era um título não cheguei a jogar no PC, esta parecia a oportunidade perfeita de conhecer mais sobre um dos jogos de terror mais populares dos últimos anos. Felizmente, Outlast não decepcionou.

Com mais de 4 anos desde seu lançamento original, era de se imaginar que certos elementos do game fossem parecer meio datados, mas isso não aconteceu.

Talvez até por estar em uma tela menor no modo portátil ou por ter um resolução levemente mais baixa (1008p no dock e 720p no portátil), o visual continua ser bem agradável no console da Nintendo. Isso vale ainda mais para o DLC Whistleblower, que já vem incluso na versão do Switch e apresenta gráficos aprimorados.

Já que estamos falando disso, é bom mencionar a performance do game também. Mesmo sendo esperado que o framerate seja de 30 fps, dá para perceber que o jogo é bem mais fluído que isso na maior parte do tempo. No máximo, você perceberá uma queda ou outra em momentos intensos, mas não chega ficar menos que os 30 fps que mencionamos anteriormente.

Fora isso, ainda é possível encontrar alguns bugs de vez em quando, especialmente com certos inimigos aparecendo em lugares inusitados, mas isso não é tão comum.

O game em si é exatamente o que eu esperava depois anos ouvindo falar sobre Outlast. Você começa sua história como um jornalista que vai investigar um antigo hospício depois de uma denúncia anônima. Chegando lá, você encontra os corpos da equipe que trabalhava nos hospital e diversos dos pacientes soltos pelos corredores e outros cômodos.

Seu maior objetivo é utilizar os poucos recursos que tem para realizar sua investigação enquanto  ainda tenta se manter vivo. Como não há nenhuma maneira de revidar os ataques dos inimigos, o jeitos é fugir e se esconder na maior parte do tempo.

O interessante é que os inimigos em questão até que são bem inteligentes e vão caçar os esconderijos aparentes se suspeitarem que você está em um certo cômodo. Eles não necessariamente olharão exatamente onde você está, mas é um bela tática para deixar o jogador se sentindo mais indefeso e tenso.

Outro aspecto bem prominente é a escuridão que cobre boa parte do hospício, algo que te leva a usar bastante o modo noturno da sua filmadora. Como ela depende de baterias, este é um recurso que você precisa gerenciar bem, mas também há baterias que você pode encontrar em diversas partes do hospital.

Como todo bom Survival Horror, Outlast também conta com um ótimo design de som e consegue ambientar o jogador de forma perfeita mesmo no escuro. Considerando que você pode jogar com fones de ouvido no modo portátil, é possível ter uma imersão bem maior do que ao ficar sentado na frente da TV ou do monitor do PC.

No fim, a versão do Switch acabou sendo mais surpreendente do que eu imaginava, especialmente para um título levemente mais antigo. Não há dúvidas de que esta é uma ótima experiência tanto para quem nunca jogou Outlast como para quem quer revisitar o game de uma forma diferente.

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