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Rumor: Vazaram as primeiras informações sobre o próximo Assassin’s Creed

Assassin’s Creed Syndicate chegou no ano passado para redimir a Ubisoft de seus erros com Unity e diversos outros games da série no passado. Tivemos mais fluidez nos controles, personagens interessantes e uma boa trama se passando em um dos períodos históricos mais pedidos pelos fãs da série: a Era Vitoriana. De posse de seus ganchos, bengalas e facas kukri, os irmãos Evie e Jacob Frye mostraram que 2015 foi um ótimo ano para a série mais famosa da Ubi.

Mas, em se tratando de Assassin’s Creed, é de se esperar que os holofotes saiam de Syndicate em breve. A franquia dos assassinos tem lançamentos anuais (às vezes até mesmo com mais de um game por um ano!) desde a sua estreia, em 2007, então não é nem um pouco absurdo dizer que um breve teremos um novo AC nas lojas. Mas o que já sabemos sobre o próximo título da saga?

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Ainda que nenhuma informação oficial tenha sido liberada até o momento, algumas informações parecem ter vazado na internet nos últimos dias. OK, sabemos que tudo pode não passar de um monte de falsos vazamentos… mas depois de tantas informações sobre Syndicate caírem na internet bem antes da hora (quando o jogo ainda se chamava Assassin’s Creed: Victory), não dá pra simplesmente ignorar os supostos detalhes emergiram na web recentemente.

Antes de seu anúncio, informações de Assassin's Creed Syndicate (sob o codinome "Victory") caíram na internet
Antes de seu anúncio, informações de Assassin’s Creed Syndicate (sob o codinome “Victory”) caíram na internet

Você confere agora uma lista de tudo o que supostamente veremos no próximo game — mas tenha em mente que tudo pode não passar de uma porção de rumores!

 

Tudo novo na tumba do Faraó

Se antes parecia que os jogos da série estavam avançando cada vez mais no tempo, saindo das cruzadas e chegando à revolução industrial, parece que a galera da Ubisoft resolveu programar o DeLorean pra voltar (e muito) pro passado. Segundo os supostos leaks, o próximo Assassin’s Creed deve se passar no Egito Antigo, em um período que antecede a criação das ordens dos Assassinos e dos Templários, com o jogo funcionando como uma espécie de prequel, quase um reboot, para toda a série.

A informação liberada por um dito funcionário da Ubi, afirma que o game está sendo desenvolvido pela mesma equipe responsável por Assassin’s Creed IV: Black Flag (o que por si só já é uma ótima notícia, já que este foi um dos melhores jogos da série até o momento) e que provavelmente veremos muita coisa nova neste lançamento.

E por “muita coisa nova” realmente quero dizer quase tudo novo, feito do zero. Do mapa (que deve ter três vezes o tamanho do mapa de AC IV e “nenhum loading”) à jogabilidade, as informações apontam para uma recriação quase total da franquia, reaproveitando somente algumas animações e movimentações — além de outras coisinhas menores e menos importantes.

Segundo o informante, a ideia da Ubisoft é trazer uma pegada meio The Witcher 3 para a franquia em um game para PlayStation 4, Xbox One e PC. Cruzemos os dedos!!

 

Novo herói, nova trilogia

Lembra quando a Ubisoft acertou em cheio com Ezio Auditore da Firenze, o assassino italiano boa-pinta, divertido e habilidoso que estrelou sua própria trilogia com os lançamentos de Assassin’s Creed II, Assassin’s Creed: Brotherhood e Assassin’s Creed: Revelations? Pois é, segundo os rumores divulgados recentemente, pode ser que vejamos algo semelhante a partir do próximo game da série.

Fan art mostra assassino egípcio (Crédito: Evan Liu)
Fan art mostra assassino egípcio (Crédito: Evan Liu)

A suposta informação foi divulgada no 4Chan, e diz que “você vai jogar como um escravo ou ex-escravo. Ele parece um pouco com o Altaïr, mas sua pele é um pouco mais escura. Ele não é impaciente […]. Ele é alguém que fala pouco […]. Estão conversando sobre fazer uma trilogia com esse personagem.”

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Veja Michael Fassbender na primeira imagem oficial do filme de Assassin’s Creed

Se a informação for mesmo verdadeira, não será a primeira vez que veremos um escravo protagonizando um game da série. Adewale, o personagem principal de Assassin’s Creed: Freedom Cry (o DLC de AC IV: Black Flag), era um ex-escravo e infelizmente foi um grande personagem muito mal aproveitado. Quem sabe não veremos a mesma vibe no próximo jogo?

 

Esqueça o multiplayer

Como alguém que jogou todos os games da série até o momento, posso dizer com propriedade que, não, o modo multiplayer não fez muita falta em Syndicate. Reconheço que era bem divertido passar horas e horas matando outros jogadores em salas multiplayer, e que AC Unity inovou bastante com o modo cooperativo para múltiplos jogadores durante o modo campanha (ainda que com alguns probleminhas como a dificuldade de conexão a outros usuários, por exemplo), mas essa funcionalidade nunca foi exatamente essencial para a franquia. E Syndicate provou isso.

Segundo a Ubisoft, a ausência de um modo multiplayer em AC Syndicate se deu para que a equipe de desenvolvimento pudesse focar no modo single player e tornar a experiência da campanha principal ainda melhor. Se compararmos Unity com o último game a chegar às lojas, é perceptível que a estratégia parece ter mesmo dado certo, e por isso a Ubi pode querer repetir o feito mantendo o multiplayer de fora também do próximo jogo.

De qualquer forma, sei que essa informação, se confirmada no futuro, será um balde de água fria para aqueles que têm esperanças de rever o multiplayer em um próximo game da série.

Avatares do modo multiplayer de Assassin's Creed: Brotherhood
Avatares do modo multiplayer de Assassin’s Creed: Brotherhood

 

Visão aquilina de verdade (ou quase isso)

Algo que deve mudar no novo jogo é a forma como nosso personagem descobre novas áreas do mapa. Se até hoje é preciso escalar grandes construções (naturais ou não) para dar uma bela olhada na localidade em volta, no novo Assassin’s Creed é possível que utilizemos pássaros para completar tal tarefa.

Não é nenhuma novidade que a Ubisoft reaproveita ideias entre seus jogos, e como a produtora vem trabalhando em funcionalidades semelhantes em Far Cry Primal e em Eagle Flight (para PlayStation VR), segundo as informações aparentemente vazadas recentemente, é muito provável que vejamos algo parecido no novo AC.

 

Esqueça o Japão (por enquanto)

Se alguns rumores anteriores apontavam para a possibilidade de o novo AC se desenrolar na Terra do Sol Nascente, o novo leak parece desconfirmar as teorias anteriores. Segundo essas novas informações, aparentemente o próximo jogo vai se passar no Egito, o seguinte na Grécia e então, fechando a trilogia, visitaríamos uma versão mais rudimentar de Roma (vista na série, até agora, apenas durante o período renascentista).

Isso não quer dizer, porém, que não veremos samurais e/ou ninjas nos próximos games. Lembremos que 1) essas informações todas podem ser falsas, não há qualquer confirmação por parte da Ubisoft até o momento e 2) o suposto funcionário se refere exclusiva e especificamente a essa possível nova trilogia.

 

Esperemos sentados

Como citado anteriormente, a série Assassin’s Creed recebe ao menos um jogo novo por ano (Seja ele muito bom, como Syndicate, bugado até a alma como Unity ou chato e arrastado como Assassin’s Creed III). Mas e se não virmos um novo AC nas prateleiras das lojas esse ano?

Segundo as informações vazadas, o próximo Assassin’s Creed pode chegar ao mercado somente em 2017. O suposto funcionário da Ubisoft afirma que não teremos novidades do novo AC na E3 desse ano, que o jogo só deve chegar mesmo no ano que vem para que a equipe de produção possa trabalhar com calma na reconstrução da série.

Levando em consideração que a série é constantemente criticada por ter lançamentos anuais que pouco diferem entre si, lançar um novo jogo com uma diferença de dois anos em relação ao anterior daria a Syndicate, por exemplo, a oportunidade de brilhar ainda mais. Quem sabe se, nesse meio tempo, não seja mais interessante liberar uma nova DLC (como bem vem fazendo a CD Projekt RED com The Witcher 3)? Assim, Syndicate teria mais tempo de vida antes de passar o bastão para o próximo game.

Melhor ainda seria se a série passasse a ser bienal. Dessa forma, as equipes de produção teriam mais tempo para trabalhar nos próximos lançamentos e a série sofreria menos desgaste.

Cena do filme de Assassin's Creed (Crédito: Entertainment Weekly)
Cena do filme de Assassin’s Creed (Crédito: Entertainment Weekly)

Com a chegada do primeiro longa-metragem da franquia, que tem lançamento previsto para dezembro desse ano com Michael Fassbender (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, Prometheus) no papel principal, Assassin’s Creed já estaria (ao menos em teoria) batendo a conta anual de lançamentos de grandes produtos de mídia. Assim, 2015 seria o ano de Syndicate, 2016 o do primeiro filme e por fim, em 2017, receberíamos o merecido prequel — que, com sorte, traria sim mais perguntas, mas também muitas respostas sobre alguns dos grandes mistérios que permeiam a mitologia da série.

Torçamos para que, se não tudo, ao menos parte dessas informações se provem reais. Que tenhamos uma menor quantidade de games da série, mas ganhemos um novo game de maior qualidade. Que a série se reinvente e se aprimore. Que voltemos a comemorar sem medo o lançamento de um novo Assassin’s Creed, sem problemas como os de Unity. Que 2016 seja um ano de mudanças também para a Ubisoft e seu carro chefe. Torçamos.

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