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10 mecânicas de Pokémon que poderiam ser resgatadas em jogos futuros

Ao longo das sete gerações da série Pokémon, vimos diversas mecânicas, puzzles e mini-games que a Game Freak usou para complicar ou para facilitar a vida dos jogadores. Alguns deles são amados pelos fãs até hoje, enquanto outros serão eternamente odiados. De certa forma, a maioria deles acabou voltando de uma forma diferente ou se tornou dispensável por conta de outra mecânica criada posteriormente. Mesmo assim, resolvemos listar dez coisas que gostaríamos de ver de volta nos jogos da série, do menos querido para o mais querido. Vamos lá?


Veja também:


 

10. PokéStar Studios (Geração V)

Quando foi anunciado nos trailers, muita gente reclamou dizendo que o PokéStar Studios era uma atividade sem noção que não agregaria nada à série ou ao modo principal de jogo. Foi mais ou menos assim mesmo quando o jogo saiu, mas após os jogadores começarem a fazer verdadeiros blockbusters misturados com batalhas Pokémon, ninguém mais conseguiu parar. O mini-game apresentava rankings que te faziam famoso dentro de Unova e ainda premiava o jogador com itens exclusivos caso o filme fizesse sucesso. É verdade que era um pouco chato depender dos filmes para conseguir algum item, mas no final das contas, a diversão acabava valendo a pena.

 

9. HMs (Gerações I, II, III, IV, V e VI)

Essa foi uma mudança grande na mecânica dos jogos, mas foi uma das que a galera mais curtiu após o seu anúncio na sétima geração. Eu confesso que sinto saudades de golpes como Surf, Strenght, Fly e Waterfall nas lutas, mas entendo que estou indo contra a maré. Tudo bem que alguns como Cut, Rock Smash, Rock Climb e Flash eram totalmente dispensáveis em batalha, mas eles também fazem falta. Você pode dizer que Surf agora é um TM e que os HMs impediam o monstrinho de ter golpes bons durante a campanha principal, mas sem eles nunca será a mesma coisa para mim. I’m sorry!

 

8. Pokéblock Blend Machine (Geração III)

Essa é uma mecânica que quase ninguém aproveitou quando ela saiu, mas mesmo assim era muito divertida. Pra quem não sabe do que estou falando, misturar berries para fazer PokéBlocks era essencial para ir bem nos Conquests da terceira geração, além de servir para capturar monstrinhos diferentes no Safari Zone e também para evoluir Feebas para Milotic. As Blend Machines ficavam nos Contests de cada cidade e lá você entrava num mini-game onde uma seta ficava girando e você tinha que apertar o botão no momento certo com velocidade crescente. Era possível jogar sozinho, com NPCs ou com amigos pelo Cabo Link.

 

7. PokéNav (Geração III)

Como uma evolução natural da PokéGear da segunda geração, o PokéNav de Pokémon Ruby e Sapphire veio para juntar o mapa e agenda de contatos, dando ainda a possibilidade de medir as condições de monstrinhos para a participação em Contests. Ela servia para marcar quais treinadores encontrados pelo caminho estavam dispostos a ter uma nova batalha contra o jogador, o que provavelmente era sua melhor função. Mais para frente, em Pokémon Emerald, o PokéNav incorporou as funções de telefone celular, o que o tornou um pouco chato porque os NPCs ligavam para você a qualquer momento. Mesmo assim, queremos ele de volta, por favor!

 

6. Ruins of Alph (Geração II e IV)

É verdade que os puzzles sempre fizeram parte da série e até voltaram de outras formas em gerações posteriores com mais criatividade do que estes, mas os quebra-cabeças específicos das Ruins of Alph de Pokémon Gold, Silver, Crystal e seus remakes foram inesquecíveis. Montar quebra-cabeças dos fósseis da primeira geração e monstrinhos lendários esperando que estivesse tudo certo para o chão tremer e cair no buraco era muito divertido. Isso sem falar nos itens raros que os puzzles te davam quando você acertava e nos novos tipos de Unown que apareciam a cada quebra-cabeça. Esse é um dos melhores puzzles de toda a franquia, sério!

 

5. Rádio (Geração II e IV)

Uma das coisas mais divertidas (e que me fez perder mais tempo tentando descobrir como funcionava) era o rádio dentro do PokéGear da segunda geração. Era divertido escutar os programas para saber se o seu número da sorte era sorteado naquele dia ou só sintonizar numa música diferente para sair daquele tema repetitivo de alguma rota. Fato que era terrível mudar de rota e ter que sintonizar novamente para voltar a ouvir a música anterior, mas ainda sim aceitável. O melhor de tudo (ou o pior, já que era terrível entender como fazer isso sem saber inglês) era encontrar a frequência da PokéFlute para acordar o Snorlax.

 

4. Pokétch (Geração IV)

Esse reloginho cheio de funções fez a diferença em Pokémon Diamond e Pearl, não é? Um verdadeiro SmartWatch, contava com aplicações úteis dentro do game que ajudavam a encontrar itens perdidos, contar passos ou acompanhar o status dos monstrinhos. Além disso, haviam coisas que podiam ser usadas fora do jogo, como a calculadora, timer, contador e, é claro, relógio. Era incrível ter alguma nova função desbloqueada e passar um tempão dando “swap” entre elas até encontrar uma utilidade para cada uma! Uma pena que várias funções foram substituídas em jogos seguintes, mas mesmo assim, o Pokétch nunca será esquecido e poderia muito bem voltar um dia, não é mesmo?

 

3. Battle Frontier (Geração III)

A Battle Frontier é uma das coisas que o pessoal mais sente falta desde o lançamento de Pokémon Emerald. O conceito de haver uma ilha cheia de segredos e com diversos modos de batalha para jogar sozinho ou se divertir com os amigos fora da mecânica principal do jogo e com sistema de ranking é surreal, mesmo que a ideia não tenha sido muito bem aproveitada na época. É justificável também que a ausência disso nos jogos seguintes tenha se dado ao foco maior no “modo competitivo”, mas às vezes é bom sair do habitual e jogar um modo diferente, não é? Então, por favor, Game Freak, coloque de volta a Battle Frontier!

 

2. Secret Bases (Geração III e VI)

As queridinhas da terceira e da sexta geração são as Secret Bases, não tem jeito. Na terceira geração, era possível decorar sua base secreta com itens obtidos durante o jogo e também comprados no pós-game. Dava para “mixar” dados com amigos, o que colocava a base deles no seu jogo e vice-versa, permitindo também batalhar contra eles uma vez ao dia. Muita gente colocava seis Blisseys em sua base para ajudar o amigo a passar de level rápido ou algum outro monstrinho específico para garantir o treinamento dos EVs com menos dificuldade. Na sexta geração, o conceito mudou um pouco, mas nem por isso ficou pior. Saudades mil!

 

1. Ginásios (Gerações I, II, III, IV, V e VI)

Muita gente reclamou quando eles deixaram de existir na sétima geração, mas a grande maioria acabou gostando da nova mecânica dos Trials, que eram mais versáteis, ágeis e existiam em maior quantidade dentro do jogo. Mesmo assim, sentimos saudades dos bons e velhos oito ginásios de cada continente e seus puzzles cada vez mais malucos. Quem vai esquecer como foi difícil achar os botões secretos de Vermilion para lutar com o Lt. Surge ou enfrentar a Miltank invencível da Whitney em Goldenrod ou ainda tomar cuidado para não quebrar as pedras de gelo e cair no andar de baixo do ginásio de Sootopolis? Ajuda a gente, Masuda!

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